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Operação de combate ao trabalho escravo resgata 14 trabalhadores em Minas Gerais

Belo Horizonte – No período de 24 a 30 de julho a Operação Resgate II realizou ações em diversas cidades do estado de Minas Gerais. Essa operação é a maior ação conjunta no país com a finalidade de combater o trabalho análogo à escravidão e o tráfico de pessoas.

A operação é uma parceria da Defensoria Pública da União (DPU) com Ministério Público do Trabalho (MPT), Polícia Federal (PF), Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) do Ministério do Trabalho e Previdência, Ministério Público Federal (MPF) e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A ação em Minas Gerais ocorreu nas cidades de Araxá, Patos de Minas e Uberlândia, sendo acompanhada pelo defensor público federal Robson de Souza. Foram resgatados 14 trabalhadores. Os empregadores que submetem os trabalhadores a essas condições são notificados a interromper as atividades, formalizar o vínculo empregatício e pagar verbas salariais e rescisórias. Além disso, podem receber multas administrativas, ações criminais e ser responsabilizados por danos morais e coletivos.

Operação Resgate II

As fiscalizações da Operação Resgate II ocorreram nas seguintes unidades da federação: AC, AL, AM, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MS, MG, MT, PB, PE, PA, PI, PR, RJ, RO, RS, SC, TO, SP. Em 2021, a Operação Resgate I efetuou 128 fiscalizações distribuídas em 22 estados brasileiros e no DF. Na ocasião, foram resgatados de condições análogas às de escravo 136 trabalhadores, sendo cinco imigrantes e oito crianças e adolescentes.

Denúncias

As denúncias de trabalho análogo à escravidão podem ser feitas de forma remota e sigilosa pelo disque 100, pelo site nacional do MPT (www.mpt.mp.br), pelo aplicativo MPT Pardal, ou no Sistema Ipê (ipe.sit.trabalho.gov.br).

Assessoria de Comunicação Social
Defensoria Pública da União